3 de junho de 2019

Bridge Over Troubled Water


Paul Simon escreveu Bridge Over Troubled Water na sua casa em Blue Jay Way, em Los Angeles - a mesma casa que inspirou George Harrison a escrever Blue Jay Way.
A gravação de Simon e Gurfunkel de Bridge Over Troubled Water vendeu mais de cinco milhões de exemplares e foi a canção número um de 1970. Entrou nas tabelas do Hot 100 e do Easy-Listening. Conquistou vários Grammy nas categorias de Gravação do Ano, Canção do Ano e Melhor Canção Contemporânea.

Em 1971 Aretha Franklin encabeçou a tabela de rhythm and blues com a sua versão da canção. Nesse mesmo ano, Buck Owens alcançou a 9ª posição da tabela country com a sua versão.

Elvis gravou Bridge Over Troubled Water nos estúdios da RCA em Nashville em 5 de junho de 1970. O documentário de 1970, Elvis - That's The Way It Is, mostra Elvis  cantando a canção no início de um ensaio de agosto de 1970, no International Hotel de Las Vegas, e durante uma atuação ao vivo, em 13 de agosto. No entanto, a trilha sonora para esse documentário utilizou a gravação de estúdio com um aplauso acrescentado por cima. Uma atuação de 14 de abril de 1972, dada em Greensboro, na Carolina do Norte, foi utilizada no documentário de 1972, Elvis On Tour.


Lançada por Elvis no álbum That's The Way It Is
 
LPs:
- That's The Way It Is (1970) 
- Greatest Moments in Music (1979) 
– That's The Way It Is (1981)
- Heart And Soul (1995)
- Walk A Mile In My Shoes - The Essential 70's Masters (1995)
- Forever In Love (1997)
- Platinum - A Life In Music (1997)
- A Touch Of Platinum, Volume 2 (1998)
- Elvis, The Concert (1999)
- That's The Way It Is, Special Edition (2000)
- One Night In Vegas (2000) - FTD
- The Gospel Songs (2001) - Green Hill
- Live in Las Vegas (2001)
- Dixieland Rocks (2001) - FTD
- Junichiro Koizumi Presents My Favourite Elvis Songs (2001)
- Spring Tours '77 (2002) - FTD
- The Nashville Marathon (2002) - FTD
- Heart And Soul (2003)
- Dragonheart (2003) - FTD
- Takin' Tahoe Tonight! (2003) - FTD
- Closing Night (2004) – FTD
- Big Boss Man (2005) - FTD
- Southern Nights (2006) – FTD
- An American Trilogy (2007) – FTD
- That's the Way It Is (2008) - FTD
- Nevada Nights (2008) - FTD
- The Wonder of You (2009) - FTD
- High Sierra (2010) - FTD
- Elvis as Recorded at Boston Garden '71 (2010) - FTD
– Stage Rehearsal (2011) - FTD
– Fashion for a King (2011) - FTD
- Another Saturday Night (2012) - FTD
 Elvis From Hawaii to Las Vegas (2012) - FTD
– Sold Out! (2013) - FTD
Taking Care of Business (2016) - FTD
- His Songs of Praise, Volume 1 (2016) - FTD
– Las Vegas '74 (2017) - FTD
– Elvis at Madison Square Garden (2017) - FTD
– Lake Tahoe '74 (2017) - FTD
– Omaha, Nebraska '74 (2018) - FTD

Lançamentos Pirata:

- Big Boss Man (1974) – no label
- Elvis On Tour (1980) – Amiga Records
- The Hillbilly Cat "Live" (1974) – Brookville Records
- The King: From The Dark to the Light (1974) – Tiger Records
- King of Las Vegas Live (1973) – Hazbin / Wizardo Records
- The Last Farewell (1977) – E.P. Records
- The Legend Lives On (1976) – Presley Collection Series
- Superstar Outtakes (1976) – E.P. Records
- That's The Way It Is (1980) – Amiga Records
- The Vegas Years, 1972-1975 (1986) – TAKRL

Letra:
When you're weary, feeling small
When tears are in your eyes I will dry them all
I'm on your side, oh, when times get rough
And friends just can't be found
Oh, like a bridge over troubled water, I will lay me down
Oh, like a bridge over troubled water, I will lay me down
 
When you're down and out, when you're on the street
When evening falls so hard, I will comfort you
I'll take your part, oh, when the darkness falls 
And pain is all around
Yeah, like a bridge over troubled water, I will lay me down
Oh, like a bridge over troubled water, I will lay me down
 
Sail on, silver girl, sail on by
Your time has come to shine
All your dreams are on their way
See how they shine, oh, if you need a friend,
I'm sailing right behind
Yeah, like a bridge over troubled water
I, I will ease your mind
Like a bridge over troubled water
I will ease your mind
 
Tradução

Quando você estiver cansada
Se sentindo pequena
Quando as lágrimas surgirem em seus olhos
Eu as enxugarei
Estarei ao seu lado
Quando os tempos ficarem difíceis e os amigos desaparecerem
Como uma ponte sobre águas turbulentas eu me estenderei
Como uma ponte sobre águas turbulentas eu me estenderei
Quando você estiver para baixo
Quando você estiver na rua
Quando o anoitecer for dolorido
Eu te consolarei
Estarei ao teu lado quando a escuridão chegar e o sofrimento te rondar
Como uma ponte sobre águas turvas eu me estenderei
Como uma ponte sobre águas turbulentas eu me estenderei
Veleja, garota prateada
Vá velejando
Chegou a sua hora de brilhar
Todos os teus sonhos estão a caminho
Veja como eles brilham
Se você precisar de um amigo
Estarei navegando logo atrás de você
Como uma ponte sobre águas turvas eu acalmarei tua mente
Como uma ponte sobre águas 


31 de maio de 2019

Single: That’s All Right (Mama) / Blue Moon Of Kentucky


Este é o primeiro single lançado por Elvis Presley, sendo que That's All Right (Mama) foi escrita e originalmente lançada pelo cantor de blues, Arthur Crudup. A versão de Elvis foi gravada em 5 de julho de 1954 e lançada em 19 de julho de 1954, com Blue Moon of Kentucky no lado B. Em 2004 a revista Rolling Stone argumentou num artigo que That's All Right foi o primeiro disco de rock'n'roll e classificou-a como sendo a 112ª melhor música de todos os tempos na sua "Lista das 500 Melhores Canções de Todos os Tempos."

Este single vendeu cerca de vinte mil exemplares. Este número não foi suficiente para entrar nas tabelas nacionais, mas chegou ao 4º lugar na tabela local de Memphis.

Canções:
That’s All Right (Mama) 
Blue Moon Of Kentucky 


Data de Lançamento: 19 de julho de 1954

Filmografia







Loving You – 1957

Jailhouse Rock – 1957

King Creole – 1958

G.I Blues – 1960

Flaming Star – 1960

Wild in the Country – 1961

Blue Hawaii – 1961

Follow that dream – 1962

Kid Galahad – 1962

Girls, girls, girls – 1962

It Happened at the World’s Fair – 1963

Fun in Acapulco – 1963

Kissin’ Cousins – 1964

Viva Las Vegas – 1964

Roustabout – 1964

Girl Happy – 1965

Tickle Me – 1965

Harum Scarum – 1965

Paradise Hawaiian Style – 1966

Frankie and Johnny – 1966

Spinout – 1968

Easy Come, Easy Go – 1967

Double Trouble – 1967

Clambake – 1967

Stay Away, Joe – 1968

Speedway – 1968

Live a Little, Love a Little – 1968

Charro – 1969

The Trouble With the Girls – 1969

Change of the Habit – 1970

Elvis: That’s the Way It is – 1970

Elvis on Tour – 1973

Elvis in Concert – 1977

29 de maio de 2019

A última vez que vi Elvis Presley ele parecia triste

AMIGO DE ELVIS PRESLEY RECORDA QUE A ÚLTIMA VEZ QUE  O VIU  “ELE PARECIA TRISTE”

 “TODOS TINHAM LÁGRIMAS NOS OLHOS.”

O ex Mayor do Condado de Shelby e também Xerife, Bill Morris, ainda consegue  recordar de forma muito vívida a última vez que viu o seu amigo de infância, Elvis Presley.


Foi cerca de 60 dias antes de Elvis Presley falecer em 16 de agosto de 1977, aos 42 anos, de ataque cardíaco, que provavelmente foi provocado pela sua adição a barbitúricos receitados. Encontrou-se pela primeira vez com um Elvis Presley desconhecido na festa de graduação da escola secundária da sua futura esposa, na Humes High School de Memphis. No entanto, a sua ligação improvável talvez venha ainda de mais longe.

"Recebi um telefonema da sua casa,” recorda Morris para a Fox News. “Os rapazes que eram amigos dele disseram, ‘Vamos ao cinema esta noite.’ Eu disse, ‘Tudo bem’. Encontrei-me com ele por volta das 23h00, a minha esposa e eu, e o filme já tinha começado. E nem pude acreditar quando o vi caminhando para vir ao nosso encontro. Tinha ficado tão grande. Tinha engordado bastante.”

“Elvis e eu crescemos durante os anos da pós Depressão, no norte do Mississippi,” explicou Morris. “Por volta dessa altura, migramos para Memphis. Os pais dele conheciam os meus pais ainda antes de termos nascido. E depois, é claro, fui para o Exército depois da graduação dele. Quando regressei, dois ou três anos depois, ele já tinha feito grandes coisas na indústria musical."

“Ele ainda era muito jovem,” recorda Morris. “Tinha 20 e poucos anos e amava fazer as coisas que a maior parte dos homens gostam … Amava a sua música, mas gostava mesmo de estar em casa, em Memphis, longe dos filmes, afastado das suas tournês. Amava estar com os seus amigos. Amava comer, ir ao cinema – o tipo de coisas que os rapazes do campo gostam de fazer. Ambos somos do campo. É inacreditável o quão natural ele era.”

Morris partilhou tudo isso ao longo da vida de Elvis Presley, ele tinha um profundo respeito pela lei e teria provavelmente seguido a carreira policial se não tivesse construído uma carreira musical.

“Ele envolveu-se mesmo muito na aplicação da lei e apoiava iniciativas que lidavam com o abuso de drogas – em particular com drogas ilegais,” explicou Morris. “E quando quis ver o diretor do FBI, J. Edgar Hoover, concordei tratar de tudo. E fomos até Washington para o conhecer com alguns dos rapazes. E, entretanto, levei-o até à Sede Nacional da Associação dos Xerifes Nacionais. A sua pergunta foi, ‘Porque não podemos ser membros?’ E assim, fez com que todos os seus guarda costas fossem membros dessa associação. Depois disso, ficou sabido que para onde quer que ele fosse, xerifes, chefes de polícia o convidavam para lhe oferecer um distintivo honorário. Ele achava aquilo o máximo. Em Graceland poderão ver a sua enorme coleção de distintivos de todos os lados.”

“Não era capaz de aceitar a totalidade de tudo,” disse Morris. “Ele estava dentro do caixão, mas eu não conseguia acreditar que ele estava morto. Tinha apenas 42 anos de idade. Não quis realmente aceitar aquilo, nem mesmo naquele momento.”
Um dos equívocos que Morris quis esclarecer sobre Elvis Presley no seu livro foi sobre aqueles tumultuosos anos finais em que ele sofreu um declínio físico por causa da sua dependência de drogas medicamentadas.

“O segundo equívoco é que ele era um solitário,” partilhou Morris. “Não era. Amava estar acompanhado. E se não tivesse pessoas ao seu redor, sentia-se nervoso. Ele era orientado para as pessoas. Gosto disso nele… Ele era capaz de reunir 20 ou 30 pessoas para dar uma pequena festa na sua casa e ele era apenas mais um dos rapazes. Manteve sempre um bom relacionamento pessoal com as pessoas com quem cresceu. Considerava isso um atributo magnífico.”

“Não consigo acreditar até ao dia de hoje, 42 anos mais tarde, no poder inacreditável que tem o nome de Elvis Presley em todo o mundo”, disse Morris. “Isso diz imenso acerca da sua música, da sua personalidade e da pessoa que ele foi.”

O fenômeno Elvis Presley

O que  um homem de 85 anos na China; uma mulher de 63 anos no Brasil; um homem de 44 anos na Polônia; e uma jovem adolescente de 18 anos de Dallas, no Texas, dos E.U.A. tem em comum? Apenas para citar alguns dos inúmeros exemplos.


Numa única palavra… Elvis.


… Uma conquista e tanto, para alguém que já faleceu há mais de 40 anos. Pensem só – qualquer pessoa que tem menos de 41 anos de idade nasceu depois de Elvis ter falecido, mas mesmo assim a sua base de fãs continua  crescendo, como se ele nunca tivesse nos deixado. Colecionamos os seus discos e filmes, aderimos a clubes de fãs, vamos a convenções de Elvis e preservamos a história de Elvis ao colecionar aquilo que foi dele. Livros, filmes, documentários, peças na Broadway e muito mais tem contado a história da vida e tempos de Elvis Presley. As suas muitas conquistas na sua curta vida têm sido documentadas e ilustradas sob incontáveis formas ao longo dos anos.
Mas a sua maior conquista é algo de que poucos falam e é provavelmente algo que muitos não consideraram ainda. É algo que os fãs de Elvis mais dedicados compreendem de forma muito sutil, mas acerca do qual poucos realmente ponderaram sobre o seu imenso impacto.


A história completa de Elvis Presley não fica completa sem falar sobre isso. Não reconhecer este feito mágico é como se contássemos a história completa da vida de George Washington e deixássemos de lado a parte sobre como ele se tornou no primeiro Presidente dos Estados Unidos.

A coisa mais importante que Elvis Presley fez na vida é algo que ele nunca poderia ter imaginado do ponto de vista pessoal que seria capaz de conquistar nos curtos 42 anos que passou nesta terra. A sua dádiva para conosco foi muito mais do que apenas a sua música, os seus filmes e uma carreira excitante; foi a ligação com outras pessoas onde criamos amizades para a vida toda com aqueles que nunca teríamos conhecido se não fosse ele. É a ligação com outros  "irmãos" que também foram tocados pela magia de Elvis que é impossível de explicar àqueles que nunca passaram por esta experiência.


Uma força como Elvis Presley é algo que “aparece apenas uma vez na vida.”
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